
A Patrulha Aérea Civil foi criada no Brasil em 16 de Abril de 1959 pelo MAJOR BRIGADEIRO do AR ALFREDO GONÇALVES CORREIA "in Memorian", juntamente com o CORONEL AV. ANTONIO DA COSTA FARIA "In Memorian" da então D.A.C Diretoria de Aeronáutica Civil na então Capital do Brasil, RJ.
A P.A.C é uma Força Auxiliar de Resgate presente em vários Países do Mundo, criada nos Estados Unidos no começo da 2º Guerra Mundial (Criação que após o fim da 2º Guerra deu origem a outros Países), Inglaterra, Alemanha, Japão, Colômbia entre outros.
A Patrulha Aérea Civil tem no Comando Nacional o Coronel da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF – CAP) Nº 2.358 José Roberto Adriani com 58 anos de corporação, sendo que ficou cinco anos em treinamentos e intercâmbios em vários Países do Mundo, sempre a serviço da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF – CAP) até o ano de 1958, quando retornou ao Brasil.
Em 12 de Novembro de 1959 foi apresentado e votado a Lei Nº 1.213 pelo então Deputado Federal Campos Vergal,’’in memorian’’ nos Artigos 7º, 9º, 16º diz que o Governo deve conceder verba em prol do progresso da Aviação brasileira.
Em 11 de Agosto de 1964 fomos considerados Utilidade Pública pelo então Estado do Guanabara através da Lei Nº 565/64. Em 23 de Janeiro de 1967 fomos considerados Utilidade Pública no Município de Pedreira através da Lei Nº 544/67. Em 26 de Outubro de 1968 fomos considerados Utilidade Publica no Município de Campinas através da Lei Nº 3691/68. No Brasil, possuímos uma Base de Treinamentos onde realizamos simulações e cursos de resgate em mata, resgate aéreo, A.P.H, P.S, Salvamento em Altura, legislação aeronáutica, entre outros, usando técnicas de resgates reais.
Possuímos também programas de intercambio com a Força Aérea dos Estados Unidos através da Civil Air Patrol.
A P.A.C tem o objetivo atuar como Corporação Auxiliar Voluntária, de cooperação com os poderes públicos e a iniciativa privada, no cumprimento e desempenho de missões de socorro, ajuda, busca, salvamento, resgate, prestação de serviços em prol do povo brasileiro, sob a égide de critério filosófico humanitário, em situações de emergências e estado de calamidade pública.
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